Uma meeenina. Era apenas uma menina. Para os outros. Para todos os outros. Para ela, não! Era uma mulher. Como sabia? Sabia porque sentia. Sentia muito. Sentia tudo. Sentia arrepios. Leves, na verdade, mas eram arrepios. Sentia o coração bater. Forte, descompassado, alucinado. Sentia medo. Medo do que sentia. Das sensações que tinha. Das conversas do seu corpo. Daas vontaades...
AAAh! Menina já não era. A cada diia descobriia.
domingo, 11 de abril de 2010
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